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MINISTÉRIO DA CULTURA APRESENTA
DOMINGO
26 de JULHO/2026
PARQUE DO POVO, SÃO PAULO
ENTRADA GRATUITA
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TONY GORDON • JAMAH • JORGINHO NETO BIG BAND • JEFERSON RODRIGUES QUINTETO •

A PARTIR DAS 11H00
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shows Ao vivo       DOMINGO 26/JUL
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Parque do Povo Mário Pimenta Camargo | Av. Henrique Chamma, 420 - Pinheiros, São paulo-SP

O Open Jazz é mais que um festival: é um movimento que conecta gerações e fomenta novas cenas da música instrumental. Desde 2007, o festival ocupa espaços emblemáticos de São Paulo com uma programação que atravessa o jazz, o blues, o soul e outras vertentes musicais.

 

Em cinco edições, alternou grandes concertos gratuitos ao ar livre com apresentações em salas e casas de espetáculos, recebendo artistas como Diana Krall, Herbie Hancock, Macy Gray, Branford Marsalis, Chaka Khan, Dianne Reeves e Buddy Guy, além de importantes nomes da cena brasileira.

Em 2026, o Open Jazz chega ao Parque do Povo para dar continuidade a essa história, valorizando a produção nacional e ampliando o acesso do público à música ao vivo.

 

Mais do que reunir grandes artistas, o festival transforma a cidade em palco, promove a circulação de novos repertórios e cria momentos capazes de permanecer na memória do público.

UM MOVIMENTO
QUE CONECTA
GERAÇÕES
05 EDIÇÕES REALIZADAS
DESDE APRESENTAÇÕES EM TEATROS
ATÉ GRANDES PARQUES PÚBLICOS
Dos ouvintes de jazz no SPOTIFY
têm menos de 30 anos DE IDADE
40% DA NOVA GERAÇÃO
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+450.000 PESSOAS
PÚBLICO TOTAL PRESENTE
EM TODAS AS EDIÇÕES
ENTRE JOVENS DE 18 A 25 ANOS NO DEEZER
15% de crescimento no consumo de jazz
A ASCENSÃO DE UM NOVO PÚBLICO
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eDIÇÕES do festival
2ª EDIÇÃO • 2008

O Telefônica Open Jazz retornou ao Parque Villa-Lobos em 1º de junho de 2008 para sua segunda edição. A programação reuniu Herbie Hancock, um dos nomes fundamentais da história do jazz, e Macy Gray, reconhecida por sua combinação de soul, R&B e música pop.

Hancock apresentou faixas de River: The Joni Letters, álbum vencedor do Grammy de Álbum do Ano, enquanto Macy Gray reuniu canções de seu então recente trabalho, Big, e sucessos de sua carreira. O encontro entre os artistas culminou em uma apresentação conjunta de “River”, de Joni Mitchell, e o show de Hancock contou ainda com a participação especial da cantora e compositora Sonya Kitchell, que integrava sua banda na turnê do álbum.

Mesmo sob frio e chuva, aproximadamente 80 mil pessoas acompanharam a programação gratuita. A presença do público consolidou a dimensão popular do Open Jazz e demonstrou a capacidade do projeto de reunir diferentes gerações em torno de uma experiência musical sofisticada e acessível.

4ª EDIÇÃO • 2009

Em 29 de novembro de 2009, o Telefônica Open Jazz retornou ao Parque da Independência para sua quarta edição. Mais de 25 mil pessoas acompanharam uma tarde dedicada ao jazz e ao blues, com Dianne Reeves e Buddy Guy como atrações principais.

A programação foi aberta pela Grande Orquestra Roberto Sion e por Pepe Cisneros. Dianne Reeves apresentou interpretações marcadas por sua linguagem vocal sofisticada, enquanto Buddy Guy conduziu um show intenso, aproximando-se da plateia e convidando o público a participar das músicas.

Mesmo durante os momentos de forte chuva, o público permaneceu no parque. Um dos pontos altos aconteceu quando Dianne Reeves retornou ao palco para interpretar “Feels Like Rain” ao lado de Buddy Guy, encerrando a edição com o encontro entre duas referências da música internacional.

1ª EDIÇÃO • 2007

A primeira edição marcou o nascimento do Telefônica Open Jazz e apresentou um novo formato dedicado à música instrumental. Com assessoria artística de Zuza Homem de Mello, a programação foi construída a partir de duas experiências complementares: uma apresentação para convidados em uma das principais salas de concerto do país e um grande evento gratuito ao ar livre.

No dia 26 de novembro, Diana Krall apresentou-se na Sala São Paulo diante de aproximadamente 900 pessoas. Em 2 de dezembro, a cantora e pianista ocupou o palco montado no Parque Villa-Lobos, com abertura da Traditional Jazz Band e da Banda Mantiqueira, realizando seu primeiro show open air no Brasil.

A apresentação gratuita reuniu aproximadamente 70 mil pessoas e estabeleceu os princípios que passariam a definir o projeto: grandes artistas internacionais, acesso democrático à música e a transformação dos parques da cidade em espaços de encontro e convivência cultural.

3ª EDIÇÃO • 2008

Ainda em 2008, o projeto realizou sua terceira edição, desta vez com Branford Marsalis e Chaka Khan. A programação começou em 18 de novembro, com uma apresentação para convidados na Sala São Paulo, e seguiu no dia 23 de novembro com um grande concerto gratuito no Parque da Independência.

Branford Marsalis abriu a programação com composições de seu repertório premiado, enquanto Chaka Khan levou ao palco alguns dos maiores sucessos de sua trajetória no soul, no funk e no R&B. O encontro entre os dois artistas teve como momento central a interpretação conjunta do clássico “My Funny Valentine”.

A apresentação no Parque da Independência reuniu aproximadamente 35 mil pessoas e ampliou a presença do festival pela cidade. A edição manteve a assessoria artística de Zuza Homem de Mello e reforçou a proposta de promover encontros inéditos entre artistas de diferentes vertentes da música internacional.

5ª EDIÇÃO • 2023

A quinta edição do Open Jazz teve Diana Krall como atração principal, retomando o encontro da artista com o projeto que havia protagonizado em sua estreia. Os concertos foram realizados no Tokio Marine Hall, em São Paulo, nos dias 17 e 18 de novembro.

Inicialmente prevista para uma única noite, a apresentação registrou grande procura por ingressos, levando à abertura de uma data extra. Diana Krall apresentou-se acompanhada por Robert Hurst, no contrabaixo acústico, e Anthony Wilson, na guitarra, em um repertório que reuniu clássicos do jazz, standards da música norte-americana e interpretações marcantes de sua carreira.

Realizada em uma casa de espetáculos, a edição apresentou o Open Jazz em um formato mais intimista, valorizando a proximidade entre artista e público. A presença de Diana Krall também reforçou a continuidade da trajetória do projeto e sua conexão com uma das artistas mais importantes de sua história.

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